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FAZER A DIFERENÇA  (Educação) escrito em domingo 25 março 2012 09:32

Blog de professoragildenia :Professora Gildênia em poucas palavras, FAZER A DIFERENÇA

FAZER A DIFERENÇA

Autor desconhecido

 

Relata a Sra. Teresa, que no seu primeiro dia de aula parou em frente aos seus alunos da quinta série primária e, como todos os demais professores, lhes disse que gostava de todos por igual.

 

No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um pequeno garoto chamado Ricardo. A professora havia observado que ele não se dava bem com os colegas de classe e muitas vezes suas roupas estavam sujas e cheiravam mal.

 

Houve até momentos em que ela sentia prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e trabalhos.

 

Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações feitas em cada ano.

 

A Sra. Teresa deixou a ficha de Ricardo por último. Mas quando a leu foi grande a sua surpresa.

 

A professora do primeiro ano escolar de Ricardo havia anotado o seguinte: Ricardo é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele.

 

A professora do segundo ano escreveu: Ricardo é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas tem estado preocupado com sua mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos. A vida em seu lar deve estar sendo muito difícil. 

 

Da professora do terceiro ano constava a anotação seguinte: a morte de sua mãe foi um golpe muito duro para Ricardo. Ele procura fazer o melhor, mas seu pai não tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo.  

 

A professora do quarto ano escreveu: Ricardo anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula.

A Sra. Tereza se deu conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada. Sentiu-se ainda pior quando lembrou dos presentes de Natal que os alunos lhe haviam dado, envoltos em papéis coloridos, exceto o de Ricardo, que estava enrolado num papel marrom de supermercado. Lembra-se de que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade.  Apesar das piadas ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão. Naquela ocasião Ricardo ficou um pouco mais de tempo na escola do que o de costume. Lembrou-se ainda, que Ricardo lhe disse que ela estava cheirosa como sua mãe.

 

Naquele dia, depois que todos se foram, a professora Tereza chorou por longo tempo...

 

Em seguida, decidiu-se a mudar sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a Ricardo...

 

Com o passar do tempo ela notou que o garoto só melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava.

 

Ao finalizar o ano letivo, Ricardo saiu como o melhor da classe. Um ano mais tarde a Sra. Tereza recebeu uma notícia em que Ricardo lhe dizia que ela era a melhor professora que teve na vida.

 

Seis anos depois, recebeu outra carta de Ricardo contando que havia concluído o segundo grau e que ela continuava sendo a melhor professora que tivera. As notícias se repetiram até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo dr. Ricardo Stoddard, seu antigo aluno, mais conhecido como Ricardo.

Mas a história não terminou aqui. A Sra. Tereza recebeu outra carta, em que Ricardo a convidava para seu casamento e noticiava a morte de seu pai.

Ela aceitou o convite e no dia do casamento estava usando a pulseira que ganhou de Ricardo anos antes, e também o perfume. Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e Ricardo lhe disse ao ouvido: obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença. Mas ela, com os olhos banhados em pranto sussurrou baixinho: você está enganado! Foi você que me ensinou que eu podia fazer a diferença, afinal eu não sabia ensinar até que o conheci.

 

Mais do que ensinar a ler e escrever, explicar matemática e outras matérias, é preciso ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma do educando.

Mais do que avaliar provas e dar notas, é importante ensinar com amor mostrando que sempre é possível fazer a diferença...

***

 

Abraços fraternos de uma educadora que procura fazer a diferença.

Profa. Gildênia Moura

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CARTA do Prof. GILDEMAR PONTES à Ministra da Cultura ANA DE HOLLANDA  (Arte e Cultura) escrito em terça 07 fevereiro 2012 20:00

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DIVULGAÇÃO DA CARTA DO PROF. GILDEMAR PONTES (A PEDIDO DELE) À MINISTRA DA CULTURA ANA DE HOLLANDA:

 

Prezada Ministra da Cultura,

Artista, Leitora, Ana de Hollanda.

 

É com imenso pesar que venho pedir a Senhora Ministra que encaminhe para o Brasil inteiro uma NOTA DE PESAR pela quase morte da Livraria Lesco-Lesco, situada no Calçadão Tenente Sabino, 63 - Centro, cidade de Cajazeiras-PB, cidade que ostenta o jargão de ter sido "A cidade que ensinou a Paraíba a ler".

 

Creio que a excelentíssima ministra poderia abrir um inquérito criminal para apurar as condições que levarão a óbito mais uma Livraria neste país.

 

Posso emprestar meu nome de escritor, professor universitário, leitor e co-proprietário da Livraria Lesco-Lesco como testemunha principal no processo. Eu vi, com estes olhos que a terra há de comer; eu ouvi, com estes ouvidos entupidos por essa música ordinária e estupidificante que tomou conta das rádios do país, e tem feito a juventude perverter seus valores morais e éticos, rebolando e repetindo como papagaio refrões que degeneram a condição feminina e exaltam a imbecilidade masculina; sim, senhora ministra, eu sou testemunha ocular e auricular. 


A cidade de Cajazeiras tem o privilégio de ter um campus de uma Universidade Federal de Campina Grande, um Instituto Federal, três Faculdades Particulares e inúmeros cursos caça-níquel oferecidos por universidades/ Faculdades de fachada. Lamento, como professor da Universidade Federal, que a educação esteja também caminhando célere para a agonia de esperar a sua barbarização. Sou articulista ocasional de jornais e sites e, sempre que publico um artigo sobre educação, recebo inúmeras palavras de conforto, como se eu, pobrezinho de um professor, estivesse arquejando numa profissão que só teve passado. É, a senhora há-de convir que não há futuro para nós, devotos homo sapiens escolarizados.

 

Não irei de forma alguma colocar culpa no governo, o governo para a massa é uma abstração representada por um(a) vereador(a), um(a) deputado(a), um(a) senador(a) e um(a) presidente(a) inacessíveis. Quando o povo chega perto de um político é para pedir favores e/ ou esmolas, o que dá no mesmo.

 

A senhora, como artista, tem um currículo portentoso, por isso é ministra com categoria para tal. Mas os artistinhas das cidadezinhas dos interiorezinhos deste gigante adormecido, quiçá anestesiado, Brasil, gostariam de ter uma conversa com a senhora, procurar entender como é ser artista aí por cima, quando aqui embaixo a cultura anda cada vez mais curta, apesar dos esforços dos editais e das políticas dirigidas aos que sabem elaborar projetos. Pois é, para os artistinhas, principalmente os populares, a maior barreira entre a cultura e a curtura é um projeto.

 

Bem, mas não quero desfocar o objeto desta carta, que é a denúncia do crime contra os leitores brasileiros. Quando eu era universitário, na década de 80, ouvia falar que havia mais livrarias na cidade de Buenos Aires do que no Brasil inteiro. Creia, minha ministra, eu morria de vergonha. E naquela época eu coloquei na cabeça que iria ter uma Livraria para poder diminuir esta relação entre “los hermanos” borgistas e cortazistas da capital argentina, e nós, boleiros pelezistas, ronaldistas e agora, perdoe a má palavra, bigbrotherzistas. Minha mãe diria, sem entender o que falo, “cruz credo, meu filho”.

 

Não sei se a senhora é uma destas mulheres chatas da administração, com cara de sargentão, sem ofensas ao sargento, que pensam que a igualdade de gêneros é uma imposição e tratam os homossexuais, negros e índios como cotistas de uma civilização morena, como diria o velho Brizola. E daí passam a discriminar o povo como homofóbico, racista e colonialista, quando na verdade o povo precisa é de Educação, Emprego, Saúde, Cultura, para entender minimamente o que é bem estar social e igualdade de tudo. Excetuo a senhora disto, porque respeito e admiro sua família, principalmente o Sérgio Buarque de Hollanda.

 

Mas lamento e me revolto pela morte de uma Livraria, porque sou escritor, professor e leitor, repito. E vou depor em todos os fóruns onde possa alcançar a minha voz e a minha palavra escrita, que nós sucumbimos muito com a morte dos nossos valores culturais e intelectuais.

 

Carlos Gildemar Pontes

Escritor, Professor de Literatura da UFCG, Editor da Revista Acauã.

(83) 9110.9503

 

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NATAL  (Mensagens da Professora) escrito em sexta 23 dezembro 2011 00:25

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NATAL

 

     Correria. Um passa mais apressado do que o outro. As pessoas esbarram-se, mas não pedem desculpas. O tempo, o tempo, não há mais vinte e quatro horas no dia, na mente de todos nós o tempo diminuiu.

 

     Não, nada disso.  O que diminuiu foi a nossa visão em relação ao verdadeiro Natal. Esse é um período para realizarmos uma reflexão maior sobre nossas vidas, o que ocorreu de positivo e negativo. Por que eu magoei? Ou por que fui magoado(a)? Por que não falo mais em amor? Por que não digo algo carinhoso para alguém? Por que não sou gentil, também com pessoas desconhecidas? Tantos por quês que ficam sem respostas. Sem tempo para a família, para os amigos e para a pessoa amada. Por quê?

 

     Paremos de correr preocupados com o presente, com a tarefa de arrumar a casa, com a ceia, com a roupa nova. Tudo parece ser mais importante do que o personagem principal da festa. Esquecemos o aniversariante. Não lembramos mais que foi por Ele o verdadeiro motivo de ter sido criado uma data para ser comemorado o seu nascimento: Jesus.

 

     Para os cristãos ele é o Filho de Deus, para os não cristãos Ele é um Profeta. Sendo filho de Deus e/ou Profeta, não esqueçamos que Ele veio ao mundo para uma missão: pregar a união, a paz entre os povos e o amor na humanidade. E muitos de nós estamos esquecendo Ele e sua Palavra.

 

     Deus é mais importante que tudo. Não cometamos o erro de matá-lO.

 

     Que tenhamos um Natal com alegria, paz, união e principalmente com a presença de Deus. Não esqueçamos que Natal é todo dia.

 

     Amém!

 

Gildênia Moura

23.12.2011

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Maracanaú em Antologia Delicatta VI  (Mensagens da Professora) escrito em terça 08 novembro 2011 07:12

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As professoras Gildênia Moura e Nanda Góis, ambas de Maracanaú - CE, foram selecionadas no Concurso Literário 2011, promovido pela Editora Delicatta. Conto e  poesia, das respectivamente autoras, serão publicados em Antologias Projeto Delicatta VI (Poesias, Contos e Crônicas). As literatas terão noites de autógrafos no espaço Itaú Cultural (14/11) e na Saraiva Mega Store Shopping Center Norte (15/11) em São Paulo.

 

Parabéns!!!!!!!!

Foto - Nanda Góis (à esquerda) e Gildênia Moura (à direita). 

 

 

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Patch Adams no Ceará - UFC e Maracanaú -  (Notícias) escrito em sexta 09 setembro 2011 04:36

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UFC apoia evento que trará o médico Patch Adams a Fortaleza    
09-Sep-2011

O Ceará sediará a I Jornada dos Palhaços Cuidadores, a ser realizada no final deste mês, numa realização do Instituto Beija Flor, com o apoio de diversas instituições, incluindo a Universidade Federal do Ceará, através do Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde (Nuteds), vinculado à Faculdade de Medicina da UFC.

Uma palestra está prevista para o dia 1º de outubro, às 17h, no Ginásio Paulo Sarasate, com a presença do médico norte-americano Patch Adams, ícone da luta pela humanização da saúde e que se tornou conhecido após o filme inspirado em seu livro "Patch Adams - o amor é contagioso".

Haverá visitas das equipes cuidadoras entre os dias 29 de setembro a 5 de outubro a instituições como o Hospital Universitário Walter Cantídio (incluindo o Nuteds); o Iprede, que é projeto de extensão da UFC; o Instituto do Câncer do Ceará (ICC) e o Hospital Albert Sabin, dentre outras. Uma coletiva está marcada para às 10h do dia 30 de setembro, no Hospital de Maracanaú.

A jornada é um dos programas de Humanização da Atenção à Saúde desenvolvidos há mais de duas décadas. O trabalho dos Palhaços Cuidadores é realizado com voluntários e consiste em levar alegria e cuidado aos doentes das instituições de saúde. O Brasil entra, assim, na lista das mais de 60 nações que acolhem e desenvolvem esse projeto.

Na programação consta ainda um workshop nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, em Beberibe, com o tema "Uma atenção à saúde mais humana". Mais informações e inscrições através do site
"PatchAdamsCeará".

Fonte:
Raquel Rolim, do Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde (Nuteds/UFC) - (fone: 85 3366 8055)

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